quinta-feira, fevereiro 05, 2009

The End


E esta é a última foto desta campanha. Annie Leibovitz fotografou o pai, Francis Ford Coppola e a filha, Sofia, descansando no campo, nos arredores de Buenos Aires, local onde o realizador estava naquela altura, a trabalhar no seu último filme.
Inside every story, there is a beautiful journey.

21 comentários:

Eduardo P.L disse...

Linda imagem ( linda filha) e linda história! srsrs!
Parabéns pela linda série! Uma pena que acabou!

roserouge disse...

Pode ser que façam mais! Vou estar atenta!
Estou a adorar o meu novo cabeçalho!!! rsrsrs

Alice Salles disse...

Linda mesmo! E cheia de encanto!

António Oliveira disse...

O cabeçalho está nice.
Estavas em trip?
As cores parece terem saído de um álbum dos Jeferson Airplane..

roserouge disse...

António: foi o Eduardo que fez o cabeçalho. E já me deixei dessas durezas há muitos anos. Tudo na vida tem um tempo certo. A vida é toda para diante!

Eduardo P.L disse...

António, e eu aos 64 a caminho célere para os 65, porque o tempo não para, tenho feito as minhas trips digitais de cara limpa! srsrs! Acredite quem quiser!

expressodalinha disse...

Olha lá, só aqui entre nós: gostas mesmo das malitas? A mim irritam-me à brava.

roserouge disse...

Gosto das fotos! E assim também já tivemos assunto de conversa, não? rsrsrsr...

peri s.c. disse...

RR
FFF tem uma casa em Buenos Aires, está sempre por lá. Ano passado um ladrão entrou na casa, e entre otras cositas, levou ... o roteiro ( sem backup ).

Ah, então o Eduardo que fez o novo logotipo ? Então ele anda " costurando prá fora" ?

Silvares disse...

Aqui pra nós que ninguém nos ouve, as fotos são espectaculares, a campanha excelente, mas as maletas... foscas, são feias como o raio que as parta! Aqueles gatafunhos malaicos e o castanho cócó que serve de fundo não são coisa que me fascine. Podem ser de muito boa qualidade, não duvido, mas aos meus olhos são feias como um... nem digo!

expressodalinha disse...

Ora bem!

João Menéres disse...

Para que perder tempo a falar se se gosta ou não das malas, quando temos à nossa frente uma imagem VERDADEIRAMENTE soberba ?
Tenho dito.

António Oliveira disse...

Rose Rouge
Esqueci-me de dizer que eu também que estava em trip.
Mas agora que estou ´down and sober´, continuo a gostar do cabeçalho.
Congrats.

peri s.c. disse...

RR
No fim da série fiquei pensando, quer dizer que sem uma mala LV não conseguirei " viajar juntamente com o lado emocional; toda e qualquer viagem vista como uma jornada pessoal e um processo de auto-descobrimento. " ??????

1. O que farei com minhas malas Primicia ?
2. Uma LV falsificada também me impedirá de alcançar esse Nirvana turístico ?
Nada auto-descobrirei ? Sniff ...

roserouge disse...

Peri, por cá nas feiras dos ciganos encontras imitações fantásticas das grifes mais novo-rico que possas imaginar: de malas, sapatos, óculos, roupas, you name it! Depois andam no meio da rua todos contentinhos com as roupas cheias de letras à frente, tipo Chanel, Dolce & Gabbana, Moschino, armados em ricos e depois vai-se a ver nem um ovo têm no frigorífico. Já pra não falar do carro topo de gama e do telemóvel última geração! Este povo é só rir!

Silvares disse...

João, não é por nada, apenas que a imagem soberba é um veículo publicitário para um artigo não tão soberbo (na minha opinião de trolha meio labrego). A forma encerra (ou liberta) determinado conteúdo.
Só isso.

Rose, quanto às falsificações... a realidade é, por si só, uma falsificação de um sonho qualquer. Estou certo disso.
:-)

roserouge disse...

Silvares, isto são coisas de gente rica, para gente rica. A nós, só nos resta olhar. E sinceramente, também não gosto muito das malitas, acho-as um bocadinho pirosas, não são nada o meu género, mas as fotos são fabulosas, eu adoro a calmeirona da Leibovitz e à conta disto tudo já andamos a rir há uma semana! Isso é que tem valor!

peri s.c. disse...

RR
As falsificações invadiram o mundo.
Aqui não é na feira, é numa rua inteira , a famosa 25 de Março, ( que chamamos carinhosamente de " Twenty-five" ).
Na época de Natal essa rua de 400m de comprimento ( mais as 3 ou 4 transversais ) reúne diariamente uma multidão de 1.5 milhão de pessoas em busca destas roupas, tenis e demais traquitanas de, úúú, " grife ". E saem todos catitos exibindo orgulhosos as marcas.

Eu acho que quando você compra uma roupa destas, não falsificada, o fabricante deveria te pagar uma importância em dinheiro já que viramos uns out-doors ambulantes.

Sobre a falsificação de roupas ( e inúmeros outros assuntos ) recomendo a leitura de " Gomorra", a turma lá da Campagnia é altamente profissional no assunto.

Silvares disse...

Por mim voto nessa: as coisas que dão alegria às pessoas têm todo o direito de serem coisas. Mainada!

João Menéres disse...

Bom...o assunto deve estar encerrado, não?
-E a imagem ficou imperturbável ! Não quer saber de falsificações.

Jo disse...

Ditto with João Menéres!