Desempregados no mundo. São mais de duzentos milhões, 212 milhões de pessoas em todo o planeta. Quase metade da população total da União Europeia a 27. Assustador. - Jornal "Expresso" - 30-01-2010.
E então a coisa passou-se do seguinte modo: parece que o meu velho PC, que tem apenas cinco anos, não passa disso mesmo: um velho PC. Inacreditável como estes gadgets e appliances e quejandos ficam obsoletos num tão curto espaço de tempo. Mas enfim, a máquina lá ia andando, com alguns ataques virulentos pelo meio. Até que começou a dar problemas, daqueles para os quais já não há paciência, muito menos tempo, desde demorar 35 minutos a abrir, mais 10 minutos para entrar no mail, bloquear constantemente por tudo e por nada e não conseguir fazer posts porque lhe dava um fanico sem mais nem menos a meio do processo, eu tinha uma fúria, dava-lhe uns pontapés, acabava por desligá-lo à má fila e perdia tudo o que tinha estado a fazer até então. Tudo isto aliado à minha falta de tempo e ao “drama da folha em branco” para fazer posts… e depois lá dentro no escritório está frio e estou toda torta na cadeira, já basta estar assim o dia todo lá no trabalho, que chatice. E a minha filha também se tinha mudado para lá com o seu portátil e aquele coisa de estarmos ali as duas sentadas à secretária ao lado uma da outra, ela nos seus programas sociais com os amigos e a rir-se muito e eu a tentar blogar qualquer coisa, ah poupem-me! Tive que chamar um amigo cá a casa para resolver o assunto. Não só livrou o meu velhinho PC de tudo o que era vírus, como fez lá mais umas limpezas que eu nem percebi muito bem o que foi. Ele perguntava: posso fazer isto e mais aquilo? Sei lá, isso é bom? É pois, ficas com a máquina muito mais operacional. Então faz, o profissional és tu, tanto se me dá. E mais: pegou no meu portátil (sim, também tenho um e estava abandonado), instalou-lhe um anti-vírus, configurou a rede wireless (sim, estava ali um router abandonado também) e fez mais umas pequenas hum… manigâncias pronto, acerca das quais não posso falar porque não percebo nada do assunto. O que eu sei é que agora tenho net pela casa toda, estou aqui sentada no conforto do meu querido sofá toda contentinha com o portátil no colo, a miúda está no quarto dela feliz da vida a “conversar” com os amigos e o meu velhinho PC que se aguente mais uns tempos porque ainda pode vir a fazer falta se este tiver algum ataque de qualquer coisa. A minha filha acabou de entrar aqui na sala e disse: ai mãe, tão bom ter net no meu quarto... Pois. Ah, a dependência que estas modernices nos causam…
We all came out to Montreux On the Lake Geneva shoreline To make records with a mobile We didn't have much time Frank Zappa and the Mothers Were at the best place around But some stupid with a flare gun Burned the place to the ground Smoke on the water, a fire in the sky, smoke on the water (...) (...) We ended up at the Grand Hotel It was empty cold and bare But with the Rolling truck Stones thing just outside Making our music there With a few red lights and a few old beds We make a place to sweat No matter what we get out of this I know, I know we'll never forget Smoke on the water, a fire in the sky, smoke on the water (Deep Purple - Smoke On The Water)
As pessoas pensam que basta ter uma cara bonita para ter sucesso neste negócio. Mas se não tens cuidado, mastigam-te e deitam-te fora. Tens que estar sempre por cima do acontecimento e conseguires manter-te lá em cima. É uma selva. Quem é, quem é?
Depois do evento ontem à noite - lançamento do livro "Roberto Barbosa - Um Olhar de Fogo" - às 18h30, no IADE, Palácio Pombal, na Rua do Alecrim, 70, em Lisboa - Fotografias de Roberto Barbosa, seleccionadas por Carlos Costa e texto de Jorge Pinheiro (Expresso da Linha) depois do evento, ia eu dizendo, os suspeitos do costume foram comer e beber (que maçada) para o restaurante duns amigos em comum ali para o Bairro Alto. A casa era toda nossa, até porque o local não é muito grande e ocupamos todos muito espaço e ainda por cima somos barulhentos, falamos muito alto e rimos muito (outra chatice). Eis senão quando, entra por ali adentro um das já emblemáticas figuras da noite de Lisboa: o Quéfrô. Para quem não sabe, o "Quéfrô" foi o nome que por cá demos a pessoas de origem indiana ou paquistanesa que andam a vender flores pela cidade, ou melhor, onde as pessoas geralmente se divertem. Como têm dificuldade com a língua portuguesa, em vez de dizerem "Quer Flor?" vai mesmo de "quéfrô?" que a gente percebe. Para além das rosinhas que não cheiram a nada e murcham logo passadas umas horas, agora têm também uns artefactos brilhantes com umas luzinhas de várias cores: anéis, tiaras, chocalhos, óculos, qualquer coisa que nos deixe cegos se nos pusermos a olhar muito fixamente para aquilo durante algum tempo. Estavamos já no cafézinho, dizia eu, quando entra um QuéFrô carregado de quinquilharia. Por qualquer razão misteriosa fui eleita Rainha da Noite (nem sei porquê, eu que nunca saio de casa, que nunca vou a lado nenhum...) Enfim, depois de regatear o preço, como uma boa portuguesa, a minha amiga Paula resolveu presentar-me com uma tiara de plástico e um anel de silicone cheio de coisas brilhantes lá dentro. Vais ter que usar isso o resto da noite, ai de ti que tires isso da cabeça, disse ela. Sendo assim... fui obrigada a tirar retratos naquela figura e andar com aquilo na cabeça o resto do tempo. Juro que é verdade. Perguntem ao Jorge Pinheiro. É claro que as outras invejosas também quiseram comprar anéis e tiaras e seguiu-se mais uma sessão fotográfica com o mulherio todo resplandecente. Lindas, todas elas. Plenas, absolutas e resolvidas. Tive muita sorte em ter-me cruzado com estas pessoas ao longo da vida. E como diz o Calvin (Calvin & Hobbes) "a felicidade não existe. O que existe são momentos felizes".
Arranja um tipo que te ache linda em vez de boazona, que te procure novamente quando te zangas com ele e amuas, que se deite contigo sob as estrelas e oiça o bater do teu coração ou que fique a observar-te enquanto dormes; espera pelo tipo que te beije na testa, que não se importe que te vejam mesmo que estejas de pijama, que te dê a mão em frente aos seus amigos, que te ache bonita de qualquer maneira, mesmo sem maquilhagem. Alguém que te lembre constantemente o quanto és importante para ele e na sorte que ele tem em ter-te encontrado. Alguém que admita perante o mundo inteiro "esta é a mulher que eu amo".(Quem disse isto não foi o James Dean nem a Natalie Wood, mas sim o outro rapaz do retrato). Quem é, quem é?
Na próxima vez que forem a Nova York, já sabem. Nada como um jantarinho no Nello's. O tipo deve ser português e o nome deve ser abreviatura de "manel" ou coisa assim. Aonde vamos jantar hoje? Ao Nello, pois claro. Pagas tu ou pagas tu? Pagas tu, então... e ainda mais uma gorjeta de 5,000 dólares. Importa-se de repetir? Pois. Ou seja, um total de 52,000 dólares para um almoço para 10 pessoas num restaurante todo janota lá na grande maçã, foi quanto Roman Abramovich pagou. Sem pestanejar, imagino. Da, da. A Oeste nada de novo e a Leste tudo de novo? Niet, esprasiva...
Na Suécia....Construída nas escadas do metro em Estocolmo, a escada que toca música à medida que alguém sobe um degrau virou sensação não só entre os suecos, mas na web em diversos países. Com o intuito de promover o exercício físico, a Volkswagen transformou as escadas de um metro em Estocolmo, na Suécia, num piano gigante. À medida que os pés pisam o degrau, ele toca uma nota diferente. A empresa de automóveis afirmou ao jornal britânico Daily Mail que, após a invenção, 66% a mais de pessoas optaram pela escada musical e chamam a novidade de teoria da diversão. Imaginem se a moda pega...